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Mais atenção com a gripe suína

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Mais atenção com a gripe suína

Mais atenção com a gripe suína

O temor de uma epidemia de gripe suína com efeitos devastadores põe em alerta as autoridades de saúde do mundo todo. Novamente, no centro de mais um problema de saúde pública, o porco parece destinado a ser uma fonte de preocupações. Dessa vez como o transmissor do vírus influenza, causador da gripe que neste caso, é conhecida como H1N1, tipo A. isolado pela primeira vez em 1930, o H1N1 é a matriz de outros subtipos de vírus. Na verdade a gripe suína é endêmica na America do Norte, Europa, África, América do Sul e algumas regiões da Ásia oriental. Mas quando muitas pessoas começam a morrer como aconteceu em abril de 2009 no México e nos Estados Unidos, o temor de uma pandemia mundial volta a assustar. O vírus da gripe suína é altamente mortal. É uma doença respiratória transmitida de porco para porco, através das secreções nasais do animal infectado. Os porcos são sensíveis aos vírus da influenza suínos, humanos e aviários, servindo como tubos de ensaios que combinam e favorecem o aparecimento de novos tipos de vírus. Do porco, o vírus pode ser transmitido para o ser humano que estiver em contato com animais infectados, por via aérea. De uma pessoa, o vírus pode ser transmitido para outra pessoa. A transmissão se dá por através da via respiratória, espirros ou contato como beijo, aperto de mãos. Os sintomas são semelhantes aos da gripe comum, porém mais agudos. Febre acima de 39 graus, tosse, dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Para se proteger:
- Evite contato com pessoas que apresentam os sintomas da gripe suína;
- Lave bem as mãos, com água e sabão, especialmente antes de comer;
- Tenha uma alimentação saudável, sem gorduras e sem carnes de animais;
- Não tome bebidas alcoólicas;
– Não use drogas como tabaco, cafeína e outras;
- Pratique atividades físicas;
- A doença pode ser tratada e prevenida com drogas antivirais e a nova vacina contra a influenza A, que impedem a reprodução do vírus no organismo. O tratamento será mais eficaz até dois dias após os primeiros sintomas.

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